RAW VEGAN

RESTAURANT

Interior Design Project
Designers: Michelle Vasconcelos + Melissa Dupont
Floral Mural: Erick Miraval
Film: J. Cantos 
Location: Madrid, Spain
Budget: 9.000 €
Year: 2014 
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[ES]

 

En un lugar no muy distante, nace una bonita historia real, donde la comida vive y la naturaleza impera. 

 

El proyecto de este restaurante, ubicado en Madrid, fue realizado en un plazo de 6 días y con un presupuesto muy bajo, que no llegó a los 9 mil euros.

 

El concepto desde el inicio se basa en explorar la filosofía crudivegana, que maneja el alimento en su estado “vivo”, sin utilizar fogones ni temperaturas encima de los 40 grados centígrados. A partir de esto nace nuestra idea de crear un “laboratorio vivo”, donde los elementos naturales visten el espacio en cada rincón. 

 

Una estantería de hierro "viste" el ambiente, enfatizando la perspectiva del espacio. Un verdadero laboratorio gastronómico, armado por un delicado “jardín vertical”, donde las especies de plantas integran la relación entre el hombre y la naturaleza. 

 

La idea de las paredes de corcho nació como solución para el serio problema acústico del restaurante y por el bajo presupuesto con el que contaban sus dueños. 

 

Para cambiar radicalmente el aspecto anterior del restaurante – que usaba el verde y el mostaza en varias partes del ambiente – fueron introducidos el blanco y el negro como colores base, intentando transmitir un aire fresco, joven pero también íntimo y elegante. Dibujos botánicos a mano alzado, creados por el artista peruano Erick Miraval, aumentan la sensación de frescor y ligereza del ambiente.

 

Para solucionar el tema luminotécnico, y considerando el bajo presupuesto de la obra, se optó por una iluminación puntual, cálida e introspectiva, que resaltara cada mesa y algunas partes de las estanterías de hierro. Hemos fabricado nuestras propias lámparas - las CHM15 -, hechas con tubos de cobre que cambian de color con el paso de tiempo y con el calor de las bombillas. El degaste y cambio de color del material cobre ha sido intencionalmente introducido en el proyecto, como símbolo de los procesos de transformación de la naturaleza, constantes y esencialmente bellos.

 

[PT]

 

Em um lugar não muito distante, nasce uma bonita história real, onde a comida vive, a natureza impera e o homem sente o verdadeiro prazer do “ser saudável”, no sentido literal.

 

O projeto de re-design do restaurante, localizado em Madri/España, foi realizado em um prazo de 6 dias e com um orçamento muito baixo, que não chegava nem aos 9 mil euros.

 

O conceito desde o início foi explorar a filosofia do restaurante, que trabalha o alimento em seu estado “vivo”, sem utilizar fogões ou temperaturas acima dos 40 graus. A partir disso nasceu nossa ideia de criar um “laboratório vivo”, onde elementos naturais estão impregnados pelos quatro cantos do espaço.

 

Para “vestir” o ambiente, idealizamos uma estante de ferro delicada, para aguçar a perspectiva do restaurante. Um laboratório gastronômico armado por um delicado “jardim vertical”, onde espécies de plantas interceptam a relação entre homem e natureza.

 

Pensando no sério problema de acústica que existia e no baixo orçamento que disponibilizavam, resolvemos apostar na cortiça como revestimento de algumas das paredes.

 

Para mudar radicalmente o aspecto anterior do restaurante – que usava o verde e o mostarda em várias partes do ambiente -, introduzimos o branco e o preto como cores-base, no intuito de transmitir um ar fresco, jovem mas também íntimo e elegante. Para refinar nossa proposta, idealizamos uma gráfica botânica, para reforçar  a ideia de laboratório vivo.

 

Para resolver o tema luminotécnico, optamos por uma iluminação pontual, quente e introspectiva, que ressaltasse cada mesa e algumas partes das estantes de ferro do espaço. Nesse processo, resolvemos fabricar nossas próprias luminárias - as CHM15 -, feitas com tubos de cobre, que muda de cor com o passar do tempo e o calor da lâmpada. Esse desgaste e mudança de cor do material cobre foi intencionalmente introduzido no nosso projeto como símbolo dos processos de transformação da natureza, contantes e essencialmente belos.

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@ 2015 MICHELLE VASCONCELOS